A
questão dos marranos portugueses já era então conhecida
pelo grão-rabino sefardita de Israel, Mordechai Eliahu, que deu seu
apoio à missão de Sebag.
A quantidade da população judaica que vivia na cidade,
Sebag desconhece. Mas se recorda que as relações com os muçulmanos
eram boas e existia uma lei real de proteção aos judeus e rabinos
proeminentes eram inclusive conselheiros da corte.